domingo, 9 de novembro de 2008

Atividades complementares

Como se não bastasse a correria por se manter em dia com todas as matérias, os alunos ainda precisam entregar até o final do curso um número de pontos/horas de atividades complementares. Sem esse pontos, o aluno não se forma, não pega o diploma. A minha faculdade exige 320 horas durante o curso, faz-se uma média de 40 h/semestre.

As atividades são sugeridas pela Universidade, com tabela de pontuação. No geral, estas atividades são: relatório sobre eventos culturais (shows, exposições, cinema, teatro, visitas a museus etc), resenha de livros, comentários de uma palestra, publicação em blogs (relacionados à cultura e ao curso), publicação de livro, visitas à jornnais, redação, programas de Tv ou de rádio, etc.

É um trabalho a parte que exige esforço - além do já dedicado ao curso - mas que visa incentivar o envolvimento do aluno com o curso e tudo que ele envolve.

sábado, 8 de novembro de 2008

Ligado no mundo



Pode parecer óbvio o que vou dizer, mas o farei mesmo assim. Um estudante de jornalismo precisa estar sempre ligado nos acontecimentos ao redor do mundo, por mais que não entenda perfeitamente, mas saiba o que, onde e como está acontecendo. Com muita freqüência, os professores nos exigem essa atualização constante. Em provas, em trabalhos ou atividades valendo pontuação e vai desde casos sensacionalistas e conhecidíssmos do público quanto aos menos populares ou mais complexos.

Caso Isabella, crise alimentícia, eleições no brasileiras e americanas, jogos olímpicos, guerra na Geórgia, cárcere privado em Santo André, análise semanal de caderno do jornal, entre tantas outras já foi pedido como trabalho ou citado como exemplo durante às aulas.

Manter-se informado é uma forma de não ser pego desprevenido à uma sugestão ou comentário do corpo docente.

Como eu disse no início do post, pode parecer óbvio, mas nem tanto.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Teoria

As aulas teóricas, em qualquer curso, é tida como chata, maçante. Todo estudante anseia pela prática, mas como praticar sem a base estável que a teoria nos dá?

Os meios de comunicação exigem profissionais que saibam o que fazer, como, quando e pra quem. O sujeito que detém o conhecimento do que interessa ao público, ao meio de comunicação, aos políticos, aos patrocinadores e que esteja sempre em disputa e em busca de nivelamento com a concorrência, que sabe como pode e deve ser feito, a maneira do meio de portar, entre tantos outros, é o profissional a ser valorizado pelo mercado. Eis a tal da "episteme comunicacional" que Patrícia Valim nos ensinou em Fundamentos da Comunicação entrelaçado com as pressões que os meios de comunicação sofrem, ensinado por Marcelo Camerim.

O consenso entre os professores de matérias teóricas sobre a importância dessas aulas no curso é: para ser um profissional com o diferencial que irá te valorizar, é preciso de teoria e de saber o que os teóricos da área já estudaram, concluiram e contestaram.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Grade do curso

O curso de comunicação não tem uma grade de matérias padronizada, mas há matérias que são obrigatórias (talvez com nomes diferentes) como Leitura e Produção de Texto, Cultura Brasileira, Fotografia, Editoração Eletrônica, História do Rádio e da TV, Ética e Legislação, Assessoria de Imprensa, Produção/Edição de vídeos, etc.

Mesmo com a não-padronização do currículo do curso, as universidades costumam ministrar aos alunos as mesmas matérias, com nomes diferentes, mas com conteúdo similar. É importante, antes de ingressar no curso (ou no ato da matrícula) pedir a grade curricular do curso e ter uma base do que será lecionado nestes 8 semestres

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O que há de mais importante

Para um curso de jornalismo ser bacana é essencial 3 coisas: bom corpo docente; biblioteca com diversidade em assuntos e autores; laboratórios.

O corpo docente, para mim, é o principal. É a partir daí que o estudante começa a moldar sua visão crítica das coisas e a curiosidade é instigada e um mundo novo de possibilidades incríveis surge. Outra coisa que me encanta e é fundamental no corpo docente é a paixão e envolvimento com aquilo que eles estão transmitindo. E, pra finalizar esse quesito, acho incrível quando as matérias se entrelaçam.

A biblioteca é o complemento ao corpo docente que te dá a base, despertando o interesse. Pesquisar, ler, associar leitura com matéria com cotidiano são coisas que a biblioteca diversa pode oferecer ao aluno, aompliando sua visão e suas referências.

Os laboratórios é de suma importância por ser o contato, como futuro profissional, com algo que fará parte do seu dia-a-dia. É nos laboratórios que você pode errar sem medo, pode tentar de novo, pode aplicar técnicas e dicas com a única preocupação de aperfeiçoamento.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

É preciso querer

Uma das coisas que eu aprendi na faculdade é que para querer ser jornalista é preciso muito interesse e paixão pelo que se faz, pois não é fácil. É muita correria, muita informação, é preciso muita leitura e saber um pouco sobre tudo. Sem contar que para ganhar bem na profissão é preciso trabalhar MUITO! Pode parecer assustador, desestimulador, mas, acredite, se você gosta disso é incrivelmente satisfatório todos os esforços para fazer o melhor de si.
Na faculdade, sente-se o mesmo. É desgastante. Muita matéria. Muitos professores pedindo muita coisa pras mesmas datas e com um curto período. Mas é satisfatório o esforço todo se o conteúdo é assimilado e se a nota rendeu. Depois de um tempo, torna-se rotineiro ler livros e mais livros, textos e mais textos, aprende a dividir e organizar seu tempo, priorizar a confecção de seus trabalhos.

domingo, 2 de novembro de 2008

O que você estuda?

Ao responder essa pergunta de familiares e colegas, aposto como já ouviu comentários surpresos e admirados. Pois é, atitude comum que tende a dar uma falsa sensação de status imediato.
O jornalismo é uma profissão capaz de creditar status e respeito, afinal o profissional pode formar opiniões, é tido como intelectual e um sujeito bem informado é sempre valorizado pela sociedade. Mas para alcançar esse patamar, é preciso suar muito, além de realizar trabalhos não tão 'glamourosos' quanto se imagina.

Portanto, pare de sonhar e corra atrás. Isso é o que faz um jornalista. O status, aquela sensação de profissional bem sucedido... isso só com o trabalho pesado.